Singapura tem uma economia altamente desenvolvida baseada no mercado, que historicamente girava em torno do entreposto comercial, em outras palavras, uma enorme economia de exportação, dependente da exportação de mercadorias para outrospaíses. Juntamente com Hong Kong, Coreia do Sul e Taiwan, Singapura é um dos quatro Tigres Asiáticos. A economia depende fortemente da exportação e refino de produtos importados, especialmente na indústria transformadora. A indústria constituía 26% do PIB de Singapura em 2005.[32] A indústria de transformação é bem diversificada, contando com os setores de eletrônica, refino de petróleo, produtos químicos, engenharia mecânica e ciências biomédicas. Em 2006, Singapura produziu cerca de 10% da produção mundial de wafer de fundição.[33] Singapura tem um dos portos mais movimentados do mundo e é o quarto maior centro de negociação de câmbio do mundo depois de Londres, Nova York e Tóquio.[34] Singapura foi avaliado como o país com o maior número de empresas de economia familiar em todo o mundo,[35][36] com milhares de expatriados estrangeiros a trabalhar em empresas multinacionais. Singapura é também considerado como um dos principais centros de financiamento da região e do mundo. Além disso, a cidade-estado também emprega dezenas de milhares de trabalhadores colarinho branco estrangeiros de todo o mundo. Como resultado da recessão global e uma crise no setor de tecnologia, o PIB do país contraiu 2,2% em 2001. OEconomic Review Committee (ERC) foi criado em dezembro de 2001, e recomendou várias mudanças de política com vista à revitalização da economia. Singapura já se recuperou da recessão, em grande parte devido às melhorias na economia mundial, a economia de Singapura cresceu 8,3% em 2004, 6,4% em 2005[37] e 7,9% em 2006.[38] Em 19 de agosto de 2007, o Primeiro-Ministro Lee Hsien Loong anunciou que a economia de Singapura deve crescer pelo menos 4-6% anualmente durante os próximos 5-10 anos. O PIB per capita em 2006 foi de US$ 29,474.[39] Em setembro de 2007, a taxa de desemprego era de 1,7%, o mais baixo em uma década, tendo melhorado antes da crise mundial ter chegado a Ásia.[40] O emprego continuou a crescer fortemente e a economia manteve sua rápida expansão. Nos três primeiros trimestres de 2007, 171.500 novos empregos foram criados, o que é próximo do valor de 176.000 alcançado em 2006.[40] Em 2007, a economia de Singapura cresceu 7,5% e atraiu um recorde S$16 bilhões (US$ 10,6 bilhões) dos investimentos em ativos fixos na fabricação e projetos de geração de S$ 3 bilhões (US$ 2b, € 1.6b) da despesa total de negócios nos serviços.[41] Singapura introduziu um Imposto sobre Mercadorias e Serviços (GST - sigla em inglês) com uma taxa inicial de 3% em 1 de abril de 1994, criando um aumento substancial da receita do governo de S$ 1,6 bilhão (US$ 1B, € 800m) e estabilizando as finanças públicas.[42] A GST passivo foi aumentado para 4% em 2003, para 5% em 2004 e 7% em 1 de julho de 2007.[42][43] Devido à recessão econômica, a economia de Singapura cresceu apenas 1,1% no ano de 2008, muito inferior ao esperado de 4,5% para 6,5% de crescimento, enquanto a taxa de desemprego foi para 2,8%.[44]
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